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Boletim Ambiental

Maioria não inclui área de compliance em decisão estratégica

Embora programas de ética e compliance estejam ganhando espaço nas empresas, uma pesquisa global mostra que ainda há um longo caminho a ser percorrido até que essas áreas consigam atuar de forma mais ampla, e não apenas com treinamentos e ferramentas pontuais.

O levantamento da empresa de consultoria LRN contou com a participação de mais de 500 executivos da área de ética e compliance, a maior parte deles da América do Norte.

De acordo com a pesquisa, altos executivos incluem as áreas de compliance em decisões estratégicas em menos da metade das empresas (49%). Ainda menos (45%) incluem o comportamento ético em avaliações de desempenho como pré-requisito para uma promoção. Também fica em 50% o número de empresas onde a gerência média acredita ter a responsabilidade de avaliar riscos relativos a ética e compliance.

Ao avaliar a eficiência dos programas de ética e compliance das companhias participantes, a pesquisa aponta que aqueles com maior eficácia são os que conseguem fazer com que a atuação da área permeie outros departamentos e níveis da companhia. Para a maioria dos profissionais de compliance, os programas da área devem ser mais do que uma lista de pontos a serem atendidos e treinamentos pontuais, mas precisam saber comunicar de forma direta como os conceitos influenciam o comportamento diário dos funcionários. “As regras sozinhas não são suficientes para garantir uma cultura corporativa ética”, diz Susan Divers, consultora sênior da LRN.

Link Curto: http://bit.ly/2lrsUYw

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